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Durante quase dez anos nos estabelecemos na área de reconhecimento de dupla nacionalidade, com centenas de clientes satisfeitos. Nos últimos anos, porém, fomos mudando nosso foco, procurando atender mais clientes Pessoa Jurídica e outras demandas. Atualmente só atendemos novos clientes para a área de cidadania por indicação de parceiros de negócios ou clientes.
Agradecemos a todos os leitores ao longo dos anos de existência deste blog.
Este blog está desativado. Trabalhamos com o reconhecimento de dupla nacionalidade europeia por doze anos. A partir de 2017, a Rassi Consultoria apenas ministrará treinamentos e workshops sobre assuntos relacionados às migrações etc. Agradecemos a confiança em nosso trabalho ao longo destes anos todos. Att. Ana Paula Rassi Nyikos
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terça-feira, 16 de setembro de 2014
sexta-feira, 12 de abril de 2013
TURISTAS SÃO MAIS BARRADOS QUE ESTUDANTES NO REINO UNIDO, SEGUNDO PESQUISAS
Casos de deportação são mais comuns entre turistas do que estudantes
Leandro Bettiol
Fazer as malas, juntar dinheiro, escolher o destino e realizar o sonho de sair do país para conhecer novos lugares e culturas diferentes. Esse é o plano de muitos brasileiros, que acaba se tornando pesadelo após uma deportação inesperada. Casos assim têm se tornado cada vez mais frequentes e comuns, principalmente em países do Reino Unido, como a Inglaterra, Escócia ou Irlanda. Mesmo indo a turismo, o fato de não ser casado e nem ter emprego fixo, pode ser a justificativa para uma deportação imediata. Segundo estatísticas, a média é que a cada noventa minutos um brasileiro seja deportado do Reino Unido, gerando um total de seis mil pessoas por ano.
Com relação aos estudantes que decidem sair do país para aprimorar os estudos, o índice de problemas como a deportação é praticamente nulo, pois normalmente levam cartas de confirmação do curso, acomodação, seguro saúde e comprovantes de renda. De acordo com a gerente da Experimento, Júlia Carvalho, empresa que realiza intercâmbios para alunos, somente no ano passado, 160 mil brasileiros saíram do país, sendo que 70 mil eram paulistanos e o Brasil é considerado um dos maiores exportadores de intercambistas do mundo, ocupando a sétima posição, segundo o relatório da Association of Language Travel Organisations.
Para se evitar problemas como a deportação, a gerente explica que países como o Canadá e a Austrália estão cada vez mais rigorosos com a comprovação da renda e deve-se ficar atento a isso. “Verificamos se o estudante tem renda, trabalha ou estuda e tem um responsável financeiro”. Com relação aos vistos negados, Júlia afirma que na filial em que trabalha localizada dentro da PUC-Campinas, o total é de menos de 5% ao ano, justamente por escolherem escolas certificadas e conhecidas.
Leandro Bettiol
Professor deportado da Inglaterra mostra passaporte com o carimbo de recusa
Para quem passou pela experiência traumática da deportação, apenas fica a sensação de impotência diante das autoridades inglesas, que nem ao menos dão o direito de argumentação aos estrangeiros. “Mesmo portando todos os documentos necessários, como cópia da conta de luz, do extrato bancário, do passaporte, carta convite e de apresentação do amigo que me receberia lá, além de uma boa quantia em euros e passagens ida e volta, nada foi suficiente para comprovar que eu apenas estava indo a passeio”, lamentou o professor de língua estrangeira, Claudinei Sacchi.
Logo que desembarcou no aeroporto, no fim de março deste ano, o professor foi revistado na frente de todos e teve de entregar suas malas, celular, agenda telefônica e outros pertences. “Parecia que tudo o que eu tinha era motivo de perigo e ameaça para os oficiais britânicos”, contou. Sem o celular, Sacchi não pode fazer contato telefônico com familiares e o amigo que o aguardava, gerando preocupação e desespero aos que estavam sem notícias.
Após passar toda a madrugada em uma sala sem saber os reais motivos para toda aquela situação, Sacchi foi avisado de que seria deportado, seguindo viagem no primeiro voo para o Brasil. “Fui escoltado até o avião por dois oficiais, filmado, fotografado para os arquivos e também marcaram meu passaporte com um símbolo de ilegalidade, tudo isso sem nenhuma explicação sequer”, disse.
FONTE: DIGITAIS PUC CAMPINAS
quarta-feira, 13 de março de 2013
O FIM DA DUPLA NACIONALIDADE?
AT THE height of the Dutch golden age, merchants exported their goods and their families to colonies on four continents. Four centuries later their descendants are less impressed by such adventuring. A new law proposed by the Dutch government aims not only to limit dual nationality among immigrants (in 2011 around 20,000 people gained Dutch nationality through naturalisation) but also to make it easier for the authorities to strip members of the 850,000-plus Dutch diaspora of their nationality, should they secure a second citizenship abroad.
Guus Bosman, a Dutchman living in Washington, DC, calls the proposal “mean-spirited”. Eelco Keij, a Dutch citizen in New York and one of the loudest critics of his government's proposals, thinks that these days dual nationality is no more than “a harmless side-effect of globalisation”.
In this section
By seeking to toughen its nationality laws, the Netherlands is bucking a global trend. Other governments have increasingly abandoned such policies. In 2008 the Migration Policy Institute, a think-tank, found that almost half the world's countries tolerate dual nationality in some form. Armenia, Ghana, the Philippines, Kenya, Uganda and South Korea are all recent reformers. Haiti and Tanzania have new laws in preparation. Even Denmark, which places strict restrictions on citizenship, is mulling a change.
The idea that it is possible, let alone desirable, to allow multiple citizenship is relatively recent. In 1849 George Bancroft, an American historian and diplomat, said that for a man to have two countries was as intolerable as for him to have two wives. In 1930 the League of Nations proclaimed that “every person should have a nationality and should have one nationality only”. A treaty in Europe required countries to limit dual citizenship, until it lapsed in the 1990s. Immigrants have commonly had to renounce their old citizenship when taking on a new one; the countries that they left have often disowned emigrants naturalised abroad. These practices were intended in part to preserve the sanctity of citizenship, but they have also been aimed at closing loopholes that might allow migrants to escape taxes or conscription.
One reason for more liberalisation is practicality: dual nationality has become harder to control. Increased migration and rising numbers of cross-border marriages mean that ever more children are born to multinational families. The number of Dutch citizens holding a second nationality, for instance, almost tripled to 1.2m between 1995 and 2010, with newborns accounting for a significant share of the growth. Governments could once force women to take only their husband's nationality, says Maarten Vink of Maastricht University. In an era of sexual equality such policies are untenable.
Governments that take in many immigrants also see benefits from allowing them to keep their old passports. Research suggests that immigrants who do not fear losing their existing nationality are more likely to pursue naturalisation in their adopted countries—and subsequently more likely to integrate than those who maintain long-term residence as aliens. (Whether they go on to make better or worse citizens is harder to prove.)
Tides and dykes
Conversely, countries that send migrants abroad want to make sure that expatriates do not become ex-patriots. For poor countries, diasporas are a source of remittances, of political clout and of reflected glory. The first Costa Rican in space was a naturalised American citizen, Franklin Chang-Diaz. Some want to atone for past mistakes. Spain's Law of Historic Memory tried to heal the wounds of the civil war by offering dual citizenship to the descendants of those who had fled Franco's regime. Long queues formed outside Spanish consulates in Havana and Buenos Aires on December 27th, the final day of this three-year scheme.
Few tolerant states now want to reverse their dual-citizenship reforms, although some seem keen to stop further liberalisation. In November politicians in Germany, which generally offers dual nationality only to applicants from Europe, turned down a proposal that would have allowed Germans born to foreigners to retain their parents' nationalities in adulthood. From January 1st new citizens in France are required to sign a charter accepting that they “will no longer be able to claim allegiance to another country while on French soil”, even though dual nationality remains tolerated. Marine le Pen, leader of France's far-right National Front, wants to end dual citizenship altogether.
New world, new passport
Other countries have embraced reform reluctantly. America's citizenship ceremony continues to demand that candidates “renounce and abjure all allegiance and fidelity to any foreign prince” despite its government's largely liberal approach to the issue. In 1967 it took a Supreme Court ruling to confirm that dual citizens voting overseas should not lose their American nationality. America's unusual requirement that its passport-holders pay it tax no matter where they live gives many qualifying residents good reason not to apply.
In large parts of the world, especially in poorer and more dictatorial countries, dual nationals remain anathema. Less than half the countries in Africa condone dual citizenship. Asian holdouts include Japan and Singapore. China insists that its sizeable diaspora may hold only one passport, but makes it easy for ethnic kin naturalised abroad to return home when they wish. India now issues “overseas citizenship” to emigrants forced to renounce their birth nationality by the country's exclusive laws. This gives them many of the privileges enjoyed by their fellow Indians, but not the right to vote. Christian Kälin of Henley & Partners, a Swiss-based law firm specialising in what it terms “citizenship planning”, says a more formal tolerance of dual nationality there is likely.
For many ordinary citizens, dual passports still seem dodgy: a convenience for the cosmopolitan few or a sop to the menacing many, rather than a natural feature of a migratory world. A poll in May showed that over 60% of Dutch adults, much concerned by tides of immigrants from Morocco and Turkey, find dual citizenship undesirable. The tighter rules are part of the coalition agreement behind the minority government that is backed from outside by Geert Wilders's nationalist Freedom Party. The golden age of multiple nationality may be dawning. But it is not here yet.
FONTE: THE ECONOMIST
domingo, 3 de março de 2013
NÃO EUROPEUS NÃO PODERÃO MAIS ESTUDAR NA LONDON METROPOLITAN UNIVERSITY
Após investir R$ 64 mil para estudar em Londres, brasileira teme deportação
Ruth Costas
Da BBC Brasil em Londres
Atualizado em 3 de setembro, 2012 - 13:38 (Brasília) 16:38 GMT
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Camila Alvarez (Foto BBC - Paula Idoeta)
Para a estudante Camila Alvarez, decisão do governo britânico foi "tiro no pé".
Após investir pouco mais de R$ 64 mil para fazer um curso de Marketing, a estudante baiana Camila Alvarez, de 25 anos, viu seu sonho de concluir um mestrado em Londres transformar-se no pesadelo de uma ameaça de deportação.
Camila faz parte do grupo de 35 brasileiros matriculados na London Metropolitan University (LMU), universidade que perdeu a licença para pedir a emissão de vistos para alunos estrangeiros na semana passada, em uma decisão inédita do governo da Grã-Bretanha.
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A estudante de Salvador estava no primeiro mês de um curso de 15 meses quando a LMU teve sua licença revogada. De acordo com autoridades britânicas, ela e os outros 2.700 estudantes não-europeus da LMU terão 60 dias para serem aceitos em outra universidade ou deixar o país. Segundo a LMU, o prazo só começará a contar a partir do momento em que os estudantes recebam uma carta da agência de imigração lhes informando oficialmente sobre sua situação.
"Tenho de entregar trabalhos para o curso, mas não consigo avançar porque paro e me pergunto: 'Por que estou fazendo isso se posso acabar até sendo deportada?'", disse Camila à BBC Brasil. Ela afirma que pedirá o dinheiro investido no mestrado de volta se tiver de deixar o país.
"Uma decisão como essa tem um impacto psicológico muito grande. Não é fácil acordar um belo dia e ver seus planos de estudar no exterior desmoronarem. Em poderia ter ido para os EUA, o Canadá ou a Austrália, mas escolhi vir para cá. Agora, a mensagem que tal medida envia para estudantes estrangeiros é que eles não são bem-vindos na Grã-Bretanha", completa a estudante.
Segundo a Associação de Brasileiros Estudantes de Pós-Graduação e Pesquisadores no Reino Unido (Abep), a forma como a licença da LMU foi revogada "gera incerteza" sobre os benefícios de trazer estudantes brasileiros à Grã-Bretanha, em um momento em que o governo brasileiro se diz disposto a financiar 10 mil alunos em instituições britânicas dentro do programa "Ciência sem Fronteiras".
Pelo menos mais um aluno, de doutorado, já procurou a embaixada brasileira em Londres relatando estar em uma situação semelhante a de Camila. Outros, que estavam no fim do curso, não têm certeza de que receberão o diploma. E um número ainda não divulgado de brasileiros que deveriam começar os estudos na LMU entre setembro e outubro também terá de cancelar os planos de viagem.
Tiro no pé
Antes de começar o mestrado em Londres, Camila trabalhou quatro anos em uma empresa de navegação em Salvador. Estava satisfeita com o trabalho, mas ainda assim decidiu largar o emprego e estudar fora do Brasil para expandir suas perspectivas de carreira.
O investimento da estudante no projeto foi substancial - tanto em termos financeiros quanto de tempo. Camila começou a trabalhar nos preparativos para sua estadia na Grã-Bretanha em março do ano passado. Só o curso de mestrado em Marketing na LMU custou 12.000 libras (R$ 38.700).
Também teve de fazer um exame de inglês, pagar uma tradutora juramentada para traduzir seus documentos e viajar para o Rio de Janeiro para completar o processo de solicitação do visto - procedimentos que lhe consumiram mais de R$2.000 reais. A passagem custou R$ 3.500 e Camila ainda tinha economizado mais R$ 20.000 com os quais estava financiando os custos com alojamento e alimentação na Grã-Bretanha.
"Arranjei um emprego de meio-período, algo permitido quando você tem visto de estudante, para complementar meu orçamento aqui", conta. "Mas não há dúvida que estudantes como eu trazem muitos recursos para a Grã-Bretanha, o que faz com que a decisão do governo sobre a LMU seja um tiro no pé", acredita.
Incertezas sobre o diploma
Outro exemplo do drama vivido por brasileiros que estudavam na LMU é o caso do jornalista brasileiro Jonas Oliveira, de 27 anos, que entregou sua dissertação de mestrado na sexta-feira, mas não sabe se receberá o diploma.
Segundo Jonas, que pagou 10 mil libras (cerca de R$ 32,2 mil) pelo mestrado em Administração do Esporte iniciado em setembro do ano passado, a universidade tem evitado "dar informações precisas" sobre o que acontecerá com os estudantes estrangeiros matriculados em seus cursos. "Ficamos sabendo de tudo pela imprensa", ele diz.
"Alguns brasileiros deveriam receber o diploma em dezembro, mas foram à secretaria da universidade perguntar o que vai acontecer e receberam a mesma resposta: 'não sabemos'", contou Diego Scardone, diretor-executivo da Abep.
De acordo com Scardone, nesta época do ano não será fácil para alunos que estão no meio do curso conseguirem transferência para outras universidades, porque a maioria das instituições já finalizou seus processos seletivos.
Na sexta-feira, a Abep enviou uma carta ao ministro britânico da Imigração, Damian Green, condenando a revogação da licença da LMU e chamando atenção para o "impacto devastador" sobre "milhares de estudantes internacionais, muitos deles brasileiros".
"A ameaça de deportação, a incerteza sobre o futuro e o risco de que os investimentos de muitas famílias e indivíduos sejam jogados pela janela depois de muito trabalho árduo são totalmente inaceitáveis", diz o texto.
"Essa decisão arbitrária pode gerar incerteza sobre os benefícios de trazer estudantes brasileiros ao Reino Unido e questionamentos sobre se vale a pena promover intercâmbio com um país no qual esses estudantes não são bem-vindos ou respeitados."
FONTE: BBC BRASIL
quinta-feira, 15 de março de 2012
Sarkozy e a extrema direita na Europa
Muito tem se falado em crise financeira na Europa. Ontem tive reunião com um advogado português, um senhor com muitos anos de experiência e com vários escritórios espalhados pelo mundo afora. Ele foi categórico em me dizer que a crise está nos bancos e não na vida das pessoas. Exceto na Espanha e na Grécia. A Europa precisa de jovens contribuintes, isso é fato.
Entretanto, discursos xenofóbicos e neofascistas estão dominando os candidatos na Europa, especialmente na França. Se a extrema direita dominar a Europa isso poderá indicar o fim das leis de reconhecimento de nacionalidade.
Portanto, a hora de solicitar a sua nacionalidade européia é agora!
Entretanto, discursos xenofóbicos e neofascistas estão dominando os candidatos na Europa, especialmente na França. Se a extrema direita dominar a Europa isso poderá indicar o fim das leis de reconhecimento de nacionalidade.
Portanto, a hora de solicitar a sua nacionalidade européia é agora!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
BOLSAS DE ESTUDO PARA QUEM TEM CIDADANIA ITALIANA
Percurso formativo inclui intercâmbio na Itália. Inscrições até 27 de fevereiro
O curso será realizado na cidade de São Paulo, com reembolso de R$4,00 por hora de aula freqüentada e fornecimento de material didático – além da cobertura das despesas de viagem, hospedagem, traslados e alimentação nas atividades na Itália.
É destinado a cidadãos italianos residentes no Brasil, que buscam o primeiro emprego ou estejam desempregados, com pouca qualificação profissional, motivados a acrescentar qualificações às suas competências técnicas e profissionais no ambiente de projetos e realização de web sites; com idade entre 18 e 30 anos, com pouca qualificação profissional e com conhecimento da língua italiana.
A promoção é da Kantea, em parceria com o Ministério do Trabalho, da Saúde e das Políticas Sociais Italiano, com a FASM Faculdade Santa Marcelina, com a Câmara de Comercio Ítalo Brasileira e com a Federação Das Associações Venetas do Estado de São Paulo.
O início do curso, que terá duração de 800 horas, está previsto para o mês de março de 2010 e término em agosto de 2010. O horário das aulas, com freqüência obrigatória, concordado com os destinatários finais do projeto, será assim estruturado:
Formação no Brasil- 440 horas (aproximadamente 6 horas diárias nas classes e laboratórios da FASM):
Informática de base e office automation - 40 horas; Introdução à figura profissional, projeto multimídia e construção de um site - 40 horas; Rede, internet e servidores web - 24 horas; Html e Css (dreamweaver) - 80 horas; Javascript - 56 horas; Usuário e gestão de um site - 12 horas; Photoshop - 40 horas; Flash - 40 horas; Flash avançado - actionscript - 40 horas; ImageReady- Illustrator - 40 horas; Team building - 8 horas; FAD potencialidades - 10 horas; FAD Recursos humanos -10 horas.
Formação na Itália - 120 horas:
Projeto e realização de um Site WEB - 80 horas
Visitas comerciais - 40 horas.
Estágio no BRASIL -240 horas.
A freqüência de 80% das aulas no Brasil é requisito indispensável para conseguir atestado de participação e ter o direito de fazer exame de qualificação e participar do intercâmbio na Itália.
Inscrições
Os pedidos de inscrição: Os pedidos deverão ser redigidos em carta simples, contendo seus dados pessoais, seu endereço completo e devem ser enviados à Federação Veneta, abaixo indicada, até 27/02/2010, acompanhada dos seguintes documentos:
- Certificado de cidadania fornecido pelo consulado italiano ou fotocópia de passaporte italiano válido
- Comprovante de residência
- Curriculum vitae
As datas e locais das seleções e entrevistas serão comunicadas aos candidatos considerados idôneos, baseando-se nestas requisições.
Local do curso
FASM - Faculdade Santa Marcelina
Rua Emilio Ribas 89, Perdizes, São Paulo
Informações e inscrições
Federação das Associações Venetas do Estado de São Paulo
Rua Augusta 795 Cep 01305-100 - São Paulo
Tels 011 31206944 Fax :011 32567515
Email: federazione@venetos.com.br
webdesignkantea2010@hotmail.com
FONTE: REVISTA ORIUNDI
O curso será realizado na cidade de São Paulo, com reembolso de R$4,00 por hora de aula freqüentada e fornecimento de material didático – além da cobertura das despesas de viagem, hospedagem, traslados e alimentação nas atividades na Itália.
É destinado a cidadãos italianos residentes no Brasil, que buscam o primeiro emprego ou estejam desempregados, com pouca qualificação profissional, motivados a acrescentar qualificações às suas competências técnicas e profissionais no ambiente de projetos e realização de web sites; com idade entre 18 e 30 anos, com pouca qualificação profissional e com conhecimento da língua italiana.
A promoção é da Kantea, em parceria com o Ministério do Trabalho, da Saúde e das Políticas Sociais Italiano, com a FASM Faculdade Santa Marcelina, com a Câmara de Comercio Ítalo Brasileira e com a Federação Das Associações Venetas do Estado de São Paulo.
O início do curso, que terá duração de 800 horas, está previsto para o mês de março de 2010 e término em agosto de 2010. O horário das aulas, com freqüência obrigatória, concordado com os destinatários finais do projeto, será assim estruturado:
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Formação na Itália - 120 horas:
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Estágio no BRASIL -240 horas.
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
CRISE MUNDIAL E CIDADANIA EUROPÉIA
Desculpas pelo sumiço do blog, mas venho trabalhando bastante e, pelos e-mails que venho recebendo, percebo certo receio em relação à dupla nacionalidade européia. Pois bem, em tempos de crise, preparem-se para a xenofobia. Em tempos de desemprego, preparem-se para serem barrados por ser brasileiros. Assim, só resta mesmo garantir o passaporte europeu para uma livre circulação pela Europa. Lembrem-se: procurem aprender o idioma do país do qual se tem o passaporte.
Em tempo: preparem-se para ver a extrema direita banindo estrangeiros em solo europeu.
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