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sábado, 4 de setembro de 2010

CUIDADO




Atenção: há muitos falsos profissionais no mercado. Meros curiosos, sem formação profissional alguma que se auto intitulam "especialistas em cidadania", mas que apenas fizeram o próprio processo e acham que apenas isso já é caminho para serem profissionais. Talvez por isso não cobrem a consulta e seus honorários sejam abaixo do mercado. Profissionais sérios, sem exceção, com formação e experiência na área, seja ela qual for, como consultores e assessores cobram valores de mercado, valores justos pelo trabalho e burocracia desta área que é a de cidadania, vistos etc. Pior do que os especuladores, são os estelionatários. Pessoas mal intencionadas que evaporam após parte do pagamento, falsificam documentos e tudo o mais. Já tive alguns clientes que foram lesados por estelionatários que alardeavam a dupla cidadania, cobravam uma taxa adiantada, sem contrato, sem escrúpulos.
Trabalhamos de maneira séria, através de consulta previamente agendada e paga para conhecermos a história da sua família, o seu caso em particular. É uma consulta com profissionais formados, com experiência, que estão trabalhando porque é o ganha pão e não fazendo caridade, ou fazendo isso por hobby. Após a consulta, parecer e orçamento, o cliente tem o direito de fechar o contrato, fazer por conta ou procurar outros profissionais. Mas a consulta é necessária, pois é o nosso know how que está sendo pago.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

BARRADA NO AEROPORTO

Empresas
Aérea é condenada após passageira ser barrada na Europa

A Air France foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar R$ 20 mil a título de indenização por danos morais a uma mulher que teve sua viagem interrompida por não possuir visto de entrada para a França. A decisão foi divulgada nesta quarta-feira pelo STJ.

Segundo o processo, uma mulher comprou passagens pela Air France para ela e sua mãe para viajarem de São Paulo a Londres e Paris. A jornada começou na capital paulista em setembro de 2009, quando ambas embarcaram para Londres. Da capital inglesa, elas iriam para Paris, mas quando chegaram ao aeroporto para pegar um avião para a capital francesa, foram informadas que a mãe, de nacionalidade boliviana, necessitava ter tirado um visto para entrar na França.

A filha então embarcou para Paris para cumprir compromissos profissionais, enquanto a mãe voltou para o Brasil sozinha. A ação contra a empresa foi baseada no testemunho de ambas de que os funcionário da Air France disseram que não havia necessidade da obtenção de visto para entrada no país.

A companhia aérea disse que não era responsável, pois não tem condições de conhecer todas as nacionalidades e exigências de visto. A empresa afirmou que seria responsável por danos ocorridos dentro da aeronave ou nas operações de embarque e desembarque.

A Air France foi condenada em primeira instância, mas conseguiu anular a sentença depois de apelação ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Contudo, as vítimas apelaram ao STJ que entendeu que a companhia tem responsabilidade pelo ocorrido.

A ministra Nancy Andrighi alegou que a empresa deveria ter se manifestado em relação às medidas necessárias para o sucesso da viagem, não só referente ao horário de comparecimento no balcão de check-in até mesmo o alerta em relação à necessidade de obtenção do visto.

Procurada, a Air France não foi encontrada para se manifestar sobre a decisão.

FONTE: TERRA NOTÍCIAS